Saiu hoje o segundo episódio da novela de aventura As Sementes do Mundo Inferior, entitulado Ingressos Comparados. Você pode ler o episódio 2 — e o primeiro — no Wattpad. Veja a introdução:

“All Thorn, o paladino humano da ordem de Suno Brilhante, é quem lidera nosso grupo. Vivemos muitas aventuras juntos e já salvamos a vida um do outro incontáveis vezes. Aquela parecia ser apenas mais uma dessas ocasiões, acontece que Ic’tlun, o ogânter feiticeiro, conseguiu me pegar. Poucos dias de escuridão depois, estava sendo negociada em um salão. Não sei os detalhes da negociação ou se era de fato uma negociação. Acontece que me vendaram e me levaram para trabalhar numa mina. Uma elfa com boa formação — se descontarmos os anos em que vivi nas ruas — tendo que fazer trabalho braçal em troca de morada e alimento. Patético, mas não havia como escapar. Naquela ocasião, eu pensava no que All Thorn, Ezelius, Ild, Wolfgar e Haseid estariam fazendo enquanto eu estava presa.”


Tudo isso começou como o Diário da Sharon, um relato de campanha de RPG.

No início da pandemia, terminei entrando em uma mesa de RPG que já estava em andamento. Mestrada pelo meu amigo de longa data, Iran Morais, usando a 5ª edição do Dungeons & Dragons. O grupo se aventurava pela Terra Média, mundo do Senhor dos Anéis.

Ainda não tinha um personagem, então aceitei a sugestão de adotar a elfa Sharon Siz-Thorien como personagem no jogo. Uma elfa peculiar, para dizer o mínimo. Ladina e guerreira, criada por anões. Além de enorme Destreza, tem uma invejável Constituição. E Inteligência.

O grupo tinha no início (da minha participação) All Thorn (paladino humano, do Kevyn), Wolfgar (bárbaro anão, do Matheus), Ild (monge meio-elfo, de Ian Mateus), Haseid (guardião humano, do Pedro), Ezelius (feiticeiro meio-elfo, de Artur). Outros personagens foram entrando com o tempo. E um ou outro saindo também.

A aventura se passava no subterrâneo da Terra Média. Uma parte autoral inserida no núcleo da Terra Média.

Entre o equipamento da Sharon estava um grimório antigo, de amigos que morreram. Como ela tinha um antecedente de sábia, veio a ideia de escrever o diário como relatos da própria personagem. Assim nasceu o Diário da Sharon.

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